quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Teatro em Vídeo:


Aqui, postarei vídeos relacionados ao teatro. Aqueles cujo título indica sua incompletude poderão ser assistidos na íntegra através do youtube. Nesses casos, clique em seu título e remeta-se ao youtube para ter acesso às demais partes. Como perceberão,nem todos estão em portugues.
Cena solo por mim elaborada com base no treinamento técnico atoral e em elementos autobiográficos.A apresentação ocorreu em novembro de 2008 na Universidade estadual de Londrina - PR.

Teatro Laboratório: Akropolis (Parte 1):

Primeira parte da emblemática montagem teatral dirigida por Jerzy Grotowski nos anos sessentas a partir de um texto de Winspianski.

Direção: Jerzy Grotowski
Crítico Literário: Ludwik Flaszen
Cenografia:Josep Szajna e Jerzy Gurawski
Elenco: Zygmunt Molik, Rena Mireka, Antoni Jaholowski, Zbigniew Cynkutis, Mieczyslaw Janowski e Ryzard Cieslak.

Infelizmente o texto está em polonês.Àqueles que, como eu, não compreendem o idioma, resta apreciar o texto espetacular em sua riqueza imagético-sonora.
Bom apetite.
visite: http://www.artistaemconstrucao.blogspot.com/
English:

First part of the play directed by Jerzy Grotowski in the sixthies, based on a Winspianki drama.

Directed by: Jerzy Grotowski
Literary critic: Ludwik Flaszen
Space design:Josep Szajna e Jerzy Gurawski
Cast: Zygmunt Molik, Rena Mireka, Antoni Jaholowski, Zbigniew Cynkutis, Mieczyslaw Janowski e Ryzard Cieslak.

Unfortunatelly, it's spoken in polish, but if you, as me, don't understand this idom, just apreciate the representation by it's image and sound anyway.
I hope you enjoy it.
Visit me at http://www.artistaemconstrucao.blogspot.com/
Español:

Primera parte del espetaculo dirigido por Jerzy Grotowski en los sessentas.Hablado en polaco, pero puede gustar te las imagenes de la pelicula caso, como yo, no compreenda la lengua.La playlist esta disposta en este link:
Dirigido por: Jerzy Grotowski
Critico literario: Ludwik Flaszen
Escenario de:Josep Szajna e Jerzy Gurawski
Actores: Zygmunt Molik, Rena Mireka, Antoni Jaholowski, Zbigniew Cynkutis, Mieczyslaw Janowski e Ryzard Cieslak.
Visite http://www.artistaemconstrucao.blogspot.com/

Teatro Laboratório de Jerzy Grotowski: Apocalypsis cum Figuris (Parte 1):


Entrevista Jerzy Grotowski (legendado em portugues)

Ryszard Cieslak on the Corporals pt. 1

Encontro com Eugenio Barba (Parte 1):

Em 2008 Eugenio Barba esteve mais uma vez em Londrina (Brasil), por ocasião do 40º FILo ao qual trouxe o espetáculo Andersen's Dream.
Barba se dispos a conversar conosco sobre o trabalho do Odin Teatret e seu espaço dentro da história do teatro do novecentos.
Junto a ele, Julia Varley, atriz que integra o grupo e também discorre sobre sua experiência com o Odin, sobretudo quanto ao processo de criação do referido espetáculo.
Visite o site do grupo: www.odinteatret.dk.
Meu blog: http://www.artistaemconstrucao.blogspot.com/
English:

In 2008 Eugenio Barba came once more to Londrina (Brazil).At the year Odin Teatret presented his work, Andresen's Dream, in the FILo (Festival internacional de Londrina).
Barba talked to us about the space of Odin Teatret in the history of 20th's century theatre.Julia Varley, actress who also integrates the group came together with him and aso talked
a little about her experience with Odin, especially in the case of the process of creation of the refered piece.
Visit Odin's website: www.odinteatret.dk
And also my blog (in portuguese/google translator): http://www.artistaemconstrucao.blogspot.com/
Español:

En 2008 Eugenio Barba estube de nuevo en Londrina (Brasil).En aquello año el Odin Teatret presentó su trabajo, Andersen's Dream, en el FILo (Festival internacional de Londrina).
Barba habló conosco sobre el espacio del Odin dentro de la historia del teatro del siglo XX.Julia Varley, atriz que integra el grupo también habló un poco sobre su experiencia con Odin, sobretodo en lo que alude
a el referido espetaculo.
Visite el sítio del Odin: www.odinteatret.dk
Mi sitio: http://www.artistaemconstrucao.blogspot.com/

Paulo Autran entrevistado por Gerald Thomas (1ª parte)

Entrevista com Antunes Filho:

 

Brecht on Stage - 1/3





 

Documentário TEATRO OFICINA Parte 1 de 4 (DNA 50 anos)

 

Encontro entre Zé Celso, Gerald Thomas e Judith Malina:

Judith Malina 01-14-10 Airdate.

Judith Malina was Co-founder of the Living Theatre. - Founded in 1947 by Julian Beck and Judith Malina, The Living Theatre has staged more than 80 productions performed in eight languages in 25 countries on four continents. During the 1950's in New York, The Living Theatre pioneered the unconventional staging of poetic drama—the plays of American writers like Gertrude Stein, William Carlos Williams, Paul Goodman, Kenneth Rexroth and John Ashbery, as well as European writers rarely produced in America, including Cocteau, Lorca, Brecht and Pirandello. Best remembered among these productions, which marked the start of the Off-Broadway movement, were Doctor Faustus Lights the Lights, Many Loves, The Connection, and The Brig. Now with Judith Malina and poet, playwright, and actor Hanon Reznikov directing, The Living Theatre is back in New York to continued acclaim. For more information visit http://www.livingtheatre.org/

Judith Malina & Hanon Reznikov (R.I.P.) - Air date: 03-02-02

 

A class with Yoshi Oida:



From Russia To Hollywood (parte 1/10):



From Russia to Hollywood: The 100-Year Odyssey of Chekhov and Shdanoff (1999)
Michael Chekhov and George Shdanoff were Russian expatriates who came to Hollywood and became two of the best known and most influential acting coaches in the film industry; Chekhov was nominated for an Academy Award for his work in Spellbound, and as a teacher he and his associate Shdanoff helped guide the careers of Leslie Caron, Patricia Neal, Gregory Peck, Rex Harrison, Marilyn Monroe and Clint Eastwood. From Russia to Hollywood provides a glimpse into their lives and careers as Chekhov flees Russia for Germany after the Communist government expresses its displeasure with his productions for the Moscow Art Theater (Stanislavsky considered Chekhov a genius, but the government considered him ideologically unsound). When the Nazis began to rise to power, Chekhov relocated to the United States, where he taught acting when not busy with his own career on the stage and screen. Here, several of Chekhov and Shdanoff's better known students discuss their work and how their teachings effected a generation of Hollywood actors.

 

Sanford Meisner - Theater's Best Kept Secret (Part 1 of 7)

Jerzy Grotowski - Versuch eines Porträts. Teil 1/7


Fernanda Montenegro entrevistada por Gerald Thomas:

Dustin Hoffman - Conversaciones en el Actors Studio. Bloque 1.

 

Provocações - Cacá Carvalho: Bloco 1

http://www.tvcultura.com.br/provocacoesCarlos Augusto Carvalho Pereira nasceu em 1953, na cidade de Belém (PA). Inicia suas atividades teatrais junto à Universidade de Belém do Pará, entre 1968 e 1969, participando dos grupos Teatro Experiência e Barca da Cultura da Amazônia. Em São Paulo faz dois anos de formação no Piccolo Teatro. Novamente em Belém, com Aderbal Freire Filho (Aderbal Júnior), participa de um espetáculo com textos de Qorpo Santo.
Em 1976, na capital paulista participa de uma produção de Morte e Vida Severina, no Teatro Popular do Sesi, TPS, até integrar o grupo de pesquisa selecionado por Antunes Filho para encenar Macunaíma, em 1978. Reconhecido como brilhante revelação de intérprete, se mantém no papel título até desligar-se do grupo em Nuremberg, 1980, onde estagia com Arianne Mnouchkine.
Ao voltar ao Brasil decide abandonar o teatro e torna-se artesão, no Embu. Em 1982, volta aos palcos, sob a direção de Paulo Yutaka, para a realização de Teatro Maluco de Zé Fidelis. No mesmo ano, com direção de Juca de Oliveira, atua em Otelo, de William Shakespeare. Em 1986 protagoniza Meu Tio, o Iauaretê, espetáculo dirigido por Roberto Lage, inspirado no conto de Guimarães Rosa, que projeta o trabalho de Cacá Carvalho como intérprete. O sucesso da realização leva-o a apresentar-se no Centro per la Sperimentazioni e la Ricerca Teatrale, Pontedera, Itália, onde é assistido por Grotowski. A partir de então, torna-se colaborador do Centro como ator, pedagogo ou assistente de direção. Em 1988, se apresenta no Festival de Volterra com Inútil Canto, Inutil Pranto Pelos Anjos Caídos, de Plínio Marcos, renomeado para 25 Homens, sob a direção de François Kanh.
Realiza duas direções para a Escola Livre de Santo André: O Alienista, de Machado Assis, 1991 e Grande Sertão, adaptação de Luís Alberto de Abreu do romance de Guimarães Rosa, 1992. Numa encenação de Roberto Bacci atua em "O Homem com a flor na boca", de Luigi Pirandello, 1994, com o qual realiza uma excursão internacional. Em 1996, sob a direção de Moacir Chaves, interpreta o Sganarello de Don Juan, ao lado de Edson Celulari, outra oportunidade de reconhecimento. Alterna, a partir de então, atividades ligadas à formação de atores, cursos, espetáculos de formatura, no Brasil e na Itália. Em 2003, volta a chamar atenção com um monólogo de Luigi Pirandello, A Poltrona Escura, novamente dirigido por Roberto Bacci.
Na TV, interpretou o memorável personagem Jamanta na novela Torre de Babel da Rede Globo em 1998, que mais tarde, em 2005, viria a aparecer novamente na novela Belíssima. Atuou também em mini-séries como A Muralha e A Pedra do Reino.
O Provocações é um programa da Tv Cultura. Mais informações em:http://www.tvcultura.com.br/provocacoes

 

Agamenon: primeira peça da trilogia Oresteia, de Ésquilo (inglês sem legendas).Parte 1 de 10:

*O canal do qual extraio esse vídeo é muito indicado a quem se interessa por teatro.Traz peças diversas cinematografadas, como é o caso de Agamenon, primeira das três que compõe a Oresteia de Ésquilo.Vale a pena conferir.O único problema é que, como o caso aqui citado, as demais também se encontram em inglês sem legendas.
(Em inglês):
Entrevista concedida por Richard Schechner, onde trata da produção de Dionisyus in 69, montagem do Performance Group que marcou a história do teatro americano da década de sessenta, tendo sido adaptada para o cinema sob a lente de Brian de Palma, em parceria com Schechner em 1970. Schechner é nome conhecido das artes performáticas e importante estudioso do fenômeno teatral. Dentre suas obras, sugiro Between Theatre and Antropology, onde o autor trata do fenômeno teatral em sua dimensão antropológica.

Em 1963 o ex-integrante do Living Theatre, Joseph Chiackin, fundou o Open Theatre, que a lado do Bread and Puppet, do Teatro Campesino e da San Francisco Mime Troupe, pode ser considerado um dos mais importantes grupos teatrais da vanguarda tetral norte-americana dos anos sessenta.
O vídeo acima expõe entrevistas com os integrantes do grupo que prefaciam um trecho de The serpent, montagem ennada pelo Open Theatre, para a qual fez-se uso de extratos do livro de Gênesis, que traça a histórica dos primeiros habitantes da terra sob a ótica da mitologia judaica, e textos escritos especialmente para a montagem.
A tendência a escritura de textos próprios elaborados de maneira grupal ou escritos por um dramaturgo que atue na companhia é algo que se verifica não somente no Open Theatre, como também em outras experiências da época, característica que ainda se apresenta em alguns grupos da atualidade. Tais ocorrências remetem a parceria entre Anton Tchekhov e o Teatro de Arte de Moscou, que pode ser traçada pelas cartas trocadas entre Stanislávski e o dramaturgo russo, e na história do teatro como tratada por seus historiadores. A diferença principal, neste caso, é que enquanto naquela época os textos que serviram de base à construção das montagens teatrais ainda apresentavam personagens e prezavam por um enredo cuja rota determinava uma linha lógico causal de acontecimentos, neste, o material literário é de outra espécie, e também seu tratamento é diferente: o texto é tomado antes como pre-texto que como guia.

Máscaras, bonecos de todos os tamanhos e atores-músicos formam um grupo artístico fundado nos anos sessenta e que se mantem na ativa até hoje. Seu líder, o europeu Peter Schumann – que havia então se mudado para Nova Iorque e aproveitava bem a efervescência artística da metrópole estadunidense – iniciara sua carreira artística como artista plástico: pintava quadros e esculpia. Tem ai a gênese de sua personalidade artística multifacetada.
O nome do grupo representa o lema motor do coletivo, que tem por objetivo “transformar o teatro em algo tão necessário quanto o pão”. Quanto às marionetes, seu caráter notoriamente fantasioso seria incoerente com qualquer encenação que se objetive naturalista, o que converge aos ideais do grupo, que, como comum na vanguarda americana dos sessentas, buscou por experimentações no campo da estética teatral que contrastassem com o viés naturalista/psicológico, este, por sua vez, associado à linha strasberguiana de atuação.
Uma outra característica do grupo é a presença de um narrador – geralmente o próprio Schumman – que serve como uma espécie de guia aos espectadores. Podemos vislumbrar na personalidade artística do Bread and Puppet, a presença de Artaud, de Brecht, e do teatro popular, especialmente a commedia dell´arte.
Teatro televisionado pela RAI, tv italiana, em 1955. A direção ficou a crgo de Luigi Squarzina, que ao lado de Giorgio Strehler e Gianfranco di Bonio figuram como os mestres do teatro italiano dos 40 e 50. No papel principal o ator Vittorio Gassman.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Filmografia recomendada:


O blog já possuia uma bibliografia recomendada, então, por que não uma filmografia também ? Há algum tempo eu vinha pensando nisso.Assim, decidi sugerir aqui alguns filmes.É claro que o leitor será compreensivo e entenderá que não disponho de tempo suficiente pra escrver uma breve sinopse para cada obra citada.Mas é nessas horas que podemos agradecer à internet: deixo os nomes, e você é convidado (a) a buscar no google por algum resumo caso se interesse.
Decidi estruturar a lista a partir dos nomes dos diretores – tá bom, isso é cliché e soa pseudo-intelectual, mas tá valendo !

A lista pode aumentar com o tempo, como a bibliografia.Afinal de contas, estamos sempre em construção não é ?

Filmografia recomendada:

Akira Kurosawa:
Sete samurais
Viver
Rapsódia em agosto
Ran (Baseado em Rei Lear, de Shakespeare)
Homem mau dorme bem (livremente adaptado de Hamlet, de Shakespeare) 
Sonhos

Alfred Hitchcock:
Festim diabólico
Cortina de ferro
O homem que sabia demais
Um corpo que cai
Spelbund (com Mikail Tchekov, e com algumas cenas desenhadas por Salvador Dali )
Os pássaros
Frenezi
Janela indiscreta
Psicose

Al Pacino:
Looking for Richard (um ensaio sobre Ricardo III, de Shakespeare).
Chinese Cofee

Andrei Tarkovski:
Solaris
O sacrifício

Warren Beatty:
Politicamente incorreto
Reeds
Dicky Tracy

Bernardo Bertolucci:
PARTNER
Último tango em Paris
Os sonhadores

Brian de Palma:
Femme Fatale
Scarface
Dublê de corpo (Mas não sem antes ver o “Janela indiscreta”, do Hitchcock) 
Os intocáveis
O pagamento final

Buster Keaton:
Sherlock Jr.
O general

Charles Chaplin:
Carlitos repórter
Corridas de automóveis para meninos
O vagabundo
Ombro armas !
O garoto
Em busca do ouro
O circo
Luzes da cidade
Tempos modernos
O grande ditador
Luzes da ribalta

*Vale a pena conhecer também “Charlie”, documentário sobre Carlitos, e “Chaplin”.O último, baseado na autobiografia do eterno vagabundo – que é sugerida em nossa bibliografia recomendada – tem uma brilhante atuação de Robert Downey Jr. no papel do personagem título.

Clint Eastwood:
Menina de ouro

Costa-Gavras:
Z
O quarto poder

D.W.Griffth:
O nascimento de uma nação
Intolerância

David Lynch:
Eraser Head
O homem elefante
Twin Peaks

David Gronenberg:
A mosca

Emir Kusturika:
Underground

Ettore Scola:
Feios, sujos e malvados
O baile
A viagem do capião Tornado
Nós que noa amávamos tanto

Federico Felini:
Ensaio de Orquestra
E la nave va
O homem que amava as mulheres

Francis Ford Coppola:
O poderoso chefão I
O poderoso chefão II
O poderoso chefão III (Vale a pena ver também “A máfia no divã”, filme  que satiriza os chefões da máfia e tem Robert DeNiro no papel principal)
Apocalipse now
Drácula, de Bram Stocker

Franco Zefirelli:
Romeu e Julieta (Mas ainda prefiro Romeu + Juliet, com o Leonardo di Caprio)
Hamlet (mas ainda prefiro a versão do Laurence Olivier)

Frank Capra
A mulher faz o homem

Friedrich Wilhelm Murnau:
Nosferatu
Fausto

Fritz Lang:
Metropolis
Os corruptos

Glauber Rocha:
Deus e o diabo na terra do sol
Terra em transe
O dragão da maldade contra o santo guerreiro
Di Glauber (documentário)

Gus van Sant:
Elephante
Milk
Gênio indomável
Últimos dias

Jean-Luc Godard:
Alphavile
O acossado
Je vous salut Marie
Cármen (com base na ópera de Bizet).
O desprezo (Com a participação mais que especial de Fritz Lang como o próprio).
Made in USA

Jodorowski:
La cravate

Ingmar Bergman:
Morangos silvestres
Luz de inverno
O olho do diabo
O sétimo selo
Face to face
Da alma das marionetes
Cenas de um casamento
Luz de inverno
O silêncio
Persona
Sonata de outono
A flauta mágica (baseado na ópera de Mozart)
Fanny e Alexander
O rito
Saraband (continuação de cenas de um casamento)

Jim Kelly:
Dançando na chuva

Krysztof Kieslówski:
(trilogia das cores)
A liberdade é azul
A fraternidade é vermelha
A igualdade é branca

Lars von Triers:
Os idiotas
Europa
Manderlay
DogVille
O anticristo

Luis Buñel:
Um cão andaluz (co-dirigido por Salvador Dali)
Viridiana
O discreto charme da burguesia

Michelangelo Antonioni:
Blow up
Profissão repórter

Mike Nichols:
A primeira noite de um homem
A gaiola das loucas
Angels in America (minissérie de TV)

Martin Scorsese:
Taxi Driver
O rei da comédia
Caminhos perigosos
Cassino
Os bons companheiros
Os infiltrados
Gangs de Nova Iorque
Touro indomável

Norman Jewison
Justiça para todos

Oliver Stone:
The doors
Assassinos por natureza (roteiro de Quentin Tarantino)
JFK – A pergunta que não quer calar.

Orson Welles:
O cidadão Kane
Soberba
O processo (baseado na obra homônima de Franz Kafka)
Macbeth
Don Quixote
Othelo
For Fake

Roman Polanski:
Repulsa ao sexo
O bebê de Rosemary
Chinatown

Stanley Kubrick:
A morte passou por perto
Lolita
Dr.Strangelove
2001:uma odisseia no espaço
Laranja mecânica
Honra feita de sangue
Nascido para matar
De olhos bem fechados
O iluminado
O grande golpe

Woody Allen:
Bananas
Tudo o que você sempre quis saber sobre sexo mas tinha medo de perguntar
What’s up littleTiger ?
Crimes e pecados
O dorminhoco
Manhatan
Interiores
Noivo neurótico, noiva nervosa
Os trapaceiros
Zelig
Cenas de um shopping
Match point
Dirigindo no escuro
Melinda e Melinda
A rosa púrpura do Cairo
Sonhos eróticos de uma noite de verão (sim, uma referência à comédia shakespeariana).
Sombra e neblina (homenagem ao cinema expressionista).

Pabst:
A opera dos três vinténs (baseado na peça de Brecht).
A caixa de Pandora

Paul Wegener:
O estudante de Praga (expressionismo alemão)

Pedro Almodóvar:
A lei do desejo
Carne trêmula
Fale com ela
Volver
Tudo sobre minha mãe
Má educação
Mulheres a beira de um ataque de nervos
Ata-me

Peter Cohen:
A arquitetura da destruição (documentário)
Homo Sapiens (documentário)

Peter Greenaway:
O livro de cabeceira
O bebê santo de Macon

Pier Paolo Pasolini:
Teorema
Sodoma
A paixão Segundo São Matheus
Édipo Rei
Medéia

Quentin Tarantino:
Cães de aluguel
Pulp Fiction
Jack Brown
Kill Bill Vol 1
Kill Bill Vol 2
Sin City
Bastardos inglórios

Roberto Rosselini:
Roma, cidade aberta
Europa 51
Sócrates
Santo Agostinho
Descartes
Pascal

Roberto Benigni:
O monstro
A vida é bela

Serguei Einsenstein:
O encouraçado Potekim
Outubro

Sidney Lumet:
Rede de intrigas
Dia de cão
Serpico
Antes que o diabo saiba que você está vivo

Steven Spilberg:
A lista de Schindler
E.T:oextra-terrestre
De volta para o futuro
Prenda-me se for capaz
Amistad
O resgate do soldado Ryan

Tim Burton:
Batman
Edward Mãos de tesoura
Ed Wood
Marte Ataca !
A fantástica fábrica de chocolates
Alice

Wim Wenders:
O hotel de 1 milhão de dólares
Movimento em falso

Arnaldo Jabor:
Toda a nudez será castigada (baseado na peça homônima de Nelson Rodrigues. A trilha tem um toque especial de tango que tão bem combina com o espírito rodrigueano).

Abel Gance:
Napoleão (1927) - Se você se interessa por filmes em preto e branco e mudos, esse é um item imprescindível em sua lista. Além de contar com a atuação de Antonin Artaud no papel de Marat Sade, o próprio diretor faz uma ponta em uma das cenas. O filmes explora diversos tons de preto-e-branco, como Marnau em Nosferatu. Trata-se de uma obra emblemática, uma super-produção da época. O projeto do diretor era o de produzir uma representação cinematográfica de toda a biografia napoleônica, mas infelizmente, por falta de recursos financeiros, o filme acompanha o general francês desde sua infância até a campanha na Itália.

E ainda estes, cujos respectivos diretores me fogem completamente à memória ! :

Lavour’Arcaica
Crepúsculo dos Deuses
O diabo veste Prada
Tootsie
Meu pé esquerdo
Em nome do pai
Transpointing
Perfume de Mulher
Advogado dos cinco crimes
Advogado do diabo
Julius Caesar (a versão antigona, com o Marlon Brando !)
Rain man
Politicamente incorreto
Transamérica
Curtindo a vida adoidado
Clube dos cinco
Meninos não choram
Idiocracia
Bicho de sete cabeças
Crash
Era uma vez na América
O franco atirador
Polock
Donie Brasco
Blade Runner
Janela da alma (documentário)
Five easy peaces
Easy Rider: sem destino
If
Dick Tracy
El mariachi
Era uma vez no México
A balada do pistoleiro
Apertem os cintos: o piloto sumiu
Corra que a polícia vem ai
O grande Lebowski
Sociedade dos poetas mortos
O curioso caso de Benjamin Button
O franco atirador
Batman – O cavaleiro das trevas
Advogado do diabo
O mundo de Andy
Tá todo mundo doido
O sentido da vida (Monty Python)
A Vida de Brian (Monty Phyton
Rebelde sem causa
Assim caminha a humanidade
Os desajustados (com Clark Gable e Marlyn Monroe)
Os embalos de sábado a noite
Grease
Quero ser John Malkovitch
Gosto de Cereja
After life (Depois da vida)
Paradise Now
Mera coincidência
Parante é serpente (ÓTIMA COMÉDIA sobre uma tradicional família italiana)
Madame Satã
Bruxas de Salém (Baseada na peça de Arthur Miller.O próprio adaptou sua obra ao cinema, tendo recebido o Oscar de melhor roteiro adaptado).
Um estranho no ninho
Operação Dragão
Dia de Cão
Serpico
Guerra nas estrelas (trilogia)
Os embalos de sábado a noite
Grease
O casamento de Maria Braun (Fassbinder)
Filadélfia
Corra Lola, Corra
Adeus Lênin !
Capote
A costela de Adão
Daqui a cem anos